Terça-feira, Setembro 09, 2008
Segunda-feira, Setembro 08, 2008
O regresso às aulas
Ouve-se por aí que "o regresso às aulas é no Continente"... O que é verdade é que quer nas ilhas quer no continente, o regresso das aulas está aí... e com ele vem o pacote completo das confusões.Há que efectuar a matrícula na secretaria virtual, depois há que fazer as inscrições no SIDE... depois, há que analisar bem o bendito "bolonha" e sabe-se lá mais o que... ao começarem as aulas... há que fazer o horário... mas a lápis e com a borracha à mão... porque a meio do semestre ainda é tempo para alterar horas, salas, dias, etc.enfim... di 15 volta a vida ao activo na UTAD!!!!
Escrito por Lenore em Segunda-feira, Setembro 08, 2008 0 relatórios
Quarta-feira, Setembro 03, 2008
Desenterrar 1
DESENTERRANÇO 1
O Informativo 75 de Março de 2005
Um primo de um amigo de um colega meu contou-me que nos últimos tempos estamos a evoluir
a nível de secretaria de alunos.
Mas não, desenganem-se todos aqueles que pensam que eu estou a falar no avanço tecnológico
do dito serviço, que levou todos os alunos a matricularem-se on-line, e a poderem
consultar os seus dados no site dos serviços académicos. Estou mesmo a falar do atendimento
ao público na secretaria de alunos.
Bom, mas começando pelo início... A primeira vez que alguém se dirige aquele serviço, a primeira
questão que se coloca, aposto que é igual a todos: - Será que se esqueceram de tirar o horário de abertura das férias?” Mas não, mais tarde vim a constatar que o referido “horário nobre” é
mesmo durante todo o ano! Achei que não seria nada de grave, pois acreditava que fora
das horas de abertura ao público seria quando os funcionários trabalhariam nos processos.
A verdade é que o meu colega diz que o primo dele tem outro amigo, a queixar-se que já
mais de uma vez lhe perderam processos. Uma vez pediu um certificado com as cadeiras
que já tinha feito para tentar uma mudança de instituição e, segundo ele, andou mais de quinze dias a ser empatado, porque ninguém sabia onde andava o processo.
Muito giro também, foi o que ouvi de um outro colega que se queria inscrever numa melhoria,
mas quando foi à secretaria para se inscrever, no dia em que o professor lançou a nota,
o prazo já tinha passado, então a justificação da senhora que o atendeu, foi: “Vai ter de pagar
a multa para o Professor aprender a respeitar os prazos!”. Realmente nada melhor que pagar o justo pelo pecador...
Outra coisa, muito comentada, pelos meus amigos é o excesso de rigor. Quando alguém
vai fazer uma pergunta à secretaria, nunca, mas nunca, fica sem uma resposta concreta.
Segundo os meus amigos, muitas vezes as pessoas não sabem muito bem do que estão
a falar ou não têm bem a certeza do que dizem, mas nada melhor do que dizer aquilo
que lhes parece; assim o aluno fica melhor informado.
Pior é quando a informação é errada e quem sofre é o pobre do aluno que efectivamente
estava interessado e foi-se lá informar.
Bem, mas isto é apenas o que o meu amigo diz que o primo dele comenta, que são coisas
que um amigo dele também conta. Eu não tenho muita razão para me queixar, não sei se
é por me dirigir poucas vezes ao referido serviço, se é por ter sorte.
Acho mesmo que é por ter sorte, ou então são apenas boatos
Escrito por Frederico Ivan em Quarta-feira, Setembro 03, 2008 12 relatórios
tags desenterrar 1
Novo bloguer... eu
Fui convidado para dar continuidade a este blogue, que há muito se encontra "parado". Possivelmente muitos ainda se lembram de mim... Fui um simples e mero cronista do jornal da AAUTAD o Informativo, à alguns anos atrás. (quando ele era editado...). Escrevi algumas coisas sobre os nossos serviços académicos, e sobre algumas coisas caricatas que na altura se passavam pela utad.
Vou tentar dar-vos a minha opinião também sobre alguns assuntos actuais..
Entretanto vou tentar "desenterrar" os meus textos.
Vão aparecendo.
Do vosso Fred... Frederico Ivan
Escrito por Frederico Ivan em Quarta-feira, Setembro 03, 2008 0 relatórios
tags UTAD
Quarta-feira, Abril 18, 2007
Escrito por Paulo Medeiros em Quarta-feira, Abril 18, 2007 0 relatórios
tags semana academica
Segunda-feira, Novembro 06, 2006
Sexta-feira, Julho 21, 2006
Férias

Férias... sim... durante um mês inteirinho a procupação das aulas... as idas à universidade... tudo isso.. vai entrar em standby... finalmente pode-se respirar... cheirar... sentir... o aroma a férias... no campo ou na praia... longe ou perto.. o k interessa é estar fora da univesidade...!
Tenho dito!
Escrito por GHAFA em Sexta-feira, Julho 21, 2006 0 relatórios
Domingo, Setembro 04, 2005
Trata-se de uma redacção feita por uma aluna do curso de Letras, que
ganhou o primeiro prémio num concurso interno promovido pelo professor
da cadeira de Gramática Portuguesa.
«Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se
encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto
plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o
artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas
com um maravilhoso predicado nominal. Era ingénua, silábica, um pouco
à tona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios
de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem
ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a
insinuar-se, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as
reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: óptimo, pensou
o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador
recomeça a movimentar-se: só que em vez de descer, sobe e pára
justamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma
fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla
para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados
num vocativo, quando ele começou outra vez a insinuar-se. Ela foi
deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente
chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar
num transitivo directo. Começaram a aproximar-se, ela tremendo de
pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os
dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula. Ele
não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.
É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente
oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois géneros. Ela
totalmente voz passiva, ele voz activa. Entre beijos, carícias,
parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns
minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objecto,
ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do
singular: ela era um perfeito agente da assiva, ele todo paroxítono,
sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda
singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do
edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e
adjectivos aos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de
preposições, locuções e exclamativas. Mas, ao ver aquele corpo jovem,
numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar
diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois olharam-se, e viram que isso era melhor do que uma metáfora
por todo o edifício. Que loucura, meu Deus. Aquilo não era nem
comparativo: era um superlativo absoluto.
Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele
predicativo do sujeito apontado para seus objectos. Foi chegando cada
vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo,
propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que, as condições eram
estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do
substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo
feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido
depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto
final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo,
jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua
portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa
conclusiva.»
",0]);//-->vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa
pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os
dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula. Ele
não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.
É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente
oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois géneros. Ela
totalmente voz passiva, ele voz activa. Entre beijos, carícias,
parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns
minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objecto,
ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do
singular: ela era um perfeito agente da assiva, ele todo paroxítono,
sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda
singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do
edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e
adjectivos aos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de
preposições, locuções e exclamativas. Mas, ao ver aquele corpo jovem,
numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar
diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois olharam-se, e viram que isso era melhor do que uma metáfora
por todo o edifício. Que loucura, meu Deus. Aquilo não era nem
comparativo: era um superlativo absoluto.
Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele
predicativo do sujeito apontado para seus objectos. Foi chegando cada
vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo,
propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que, as condições eram
estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do
substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo
feminino.
O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido
depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto
final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo,
jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua
portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa
conclusiva.»
buedemerdas
Escrito por Paulo Medeiros em Domingo, Setembro 04, 2005 0 relatórios


